Estudos Bíblicos

Os Custos do Discipulado

Os Custos do Discipulado
Wilson Lemos
Escrito por Wilson Lemos

Custos do Discipulado Há.porém certos custos para o discipulado. Bonhoeffer escreveu um livro inteiro acerca disto, e as Escrituras são muito claras em declarar que o discipulado não é barato. É por esta razão que ninguém é recrutado para ser um discípulo contra a sua vontade. Algumas pessoas não estão dispostas a pagar o preço.

Ser um discípulo de Jesus Cristo significa que devemos estar dispostos a abrir mão dos nossos mais íntimos relacionamentos (Lc 14:25, 26), das nossas ambições pessoais (Lc 9:23), e das nossas posses (Lc 3 4:33).

Relacionamentos Pessoais

Consideremos em primeiro lugar os nossos relacionamen­tos pessoais. Jesus nunca desprezou a família. Pelo contrário, nos ensinou a respeitar nossos pais, amar os nossos cônjuges, e ensinar nossos filhos, mas o relacionamento que temos com Cristo deve tomar a precedência até mesmo sobre a família.

Alguns maridos e pais têm interpretado este ensino no sentido de poderem deixar a família defender-se a si mesma enquanto tratam da “obra do Senhor”. Este argumento não leva em conta que criar uma família e cumprir as nossas obrigações como membros de uma família é a obra do Senhor tanto quanto pastorear uma igreja, ensinar num seminário, ou servir como diácono.

Deus certamente nos considerará responsáveis por aquilo que fizemos com as pessoas nas nossas famílias, mas em termos de prioridades devemos estar dispostos a colocar Cristo em primeiro lugar em nossas vidas, até mesmo antes das nossas famílias.

Ambições Pessoais

Talvez seja ainda mais difícil deixar de lado as nossas ambições pessoais. Em Lucas 9, as 5.000 pessoas tinham sido alimentadas e os discípulos decerto se sentiam parte dalguma coisa muito bem sucedida. Foi então que Jesus anunciou que o discipulado acarreta a negação de si mesmo (inclusive as próprias ambições pessoais), levando a cruz (o símbolo de situação humilde), e seguindo a Cristo.

Às vezes, naturalmente, Deus permite que o discípulo atinja uma posição de destaque, e freqüentemente este chega aos seus alvos pessoais. O discípulo, porém, deve estar disposto a abrir mão das suas ambições pessoais, ou a ter suas ambições transformadas ao ponto de se conformarem com aquilo que Cristo quer para as nossas vidas.

Muitas vezes ouvimos cristãos falando acerca dalguma coisa que desejavam ardentemente, e, quando dedicaram a sua vida ao Senhor, receberam exatamente o que não queriam. “Queria ser um negociante na Califórnia”, talvez digam, “eis-me aqui como missionário nas regiões remotas da África.” A implicação é que a dedicação a Cristo leva a alguma coisa inferior ao melhor.

Deus, porém, nunca dá menos do que o melhor para os Seus seguidores — embora talvez pensemos, de nossa perspectiva limitada, que recebemos coisa inferior. Deus sempre nos dá aquilo que é melhor para nós quando entregamos a Ele as nossas ambições pessoais.

Posses Pessoais

Em terceiro lugar, o discipulado talvez nos custe nossas posses. Riquezas, saúde, fama, bens materiais — nenhuma destas coisas está errada em si mesma, e freqüentemente Deus dá estas coisas em abundância, mas ficam sendo erradas quando são colocadas como finalidades principais da vida.

Recentemente, minha esposa e eu estávamos procurando uma casa nova para comprar. Era claro que tínhamos ficado grandes demais para o nosso lar antigo, e sentíamos a necessidade de mais espaço.

Certa tarde fizemos uma lista de tudo quanto queríamos: uma lareira, uma lava-roupa, sala de jantar separada, garagem embutida, etc. Citando um amigo nosso, estávamos procurando “uma casa tipo champanha com um orçamento tipo cerveja!”

Dentro em breve, começamos a perguntar porque queríamos uma casa melhor.

Será que estávamos sendo forçados por uma cultura que mede o sucesso pelo tamanho da casa ou pela marca e modelo do carro? Será que estávamos sendo arrebatados por um modo de pensar que mede o valor da pessoa pela abundância das suas posses? Nossa procura por uma outra casa nos fez lembrar que, na eternidade, o valor da pessoa não será medido por aquilo que ela tinha possuído na terra.

Todas as nossas posses, inclusive o nosso dinheiro, o nosso lar, nossos carros, nossos eletrodomésticos, vêm da mão de Deus. Todas pertencem a Deus, devem ser entregues a Deus, e devem ser usadas de maneiras que, em última análise, nos capacitem a sermos melhores discípulos de Jesus Cristo e melhores discipulados doutras pessoas.

Um grande esforço para obter posses pessoais e a aderência a um estilo de vida secular pode impedir a nossa eficácia em obedecer à Grande Comissão de Cristo.

Relacionamentos Pessoais

Consideremos em primeiro lugar os nossos relacionamen­tos pessoais. Jesus nunca desprezou a família. Pelo contrário, nos ensinou a respeitar nossos pais, amar os nossos cônjuges, e ensinar nossos filhos, mas o relacionamento que temos com Cristo deve tomar a precedência até mesmo sobre a família.

Alguns maridos e pais têm interpretado este ensino no sentido de poderem deixar a família defender-se a si mesma enquanto tratam da “obra do Senhor”. Este argumento não leva em conta que criar uma família e cumprir as nossas obrigações como membros de uma família é a obra do Senhor tanto quanto pastorear uma igreja, ensinar num seminário, ou servir como diácono.

Deus certamente nos considerará responsáveis por aquilo que fizemos com as pessoas nas nossas famílias, mas em termos de prioridades devemos estar dispostos a colocar Cristo em primeiro lugar em nossas vidas, até mesmo antes das nossas famílias.

Ambições Pessoais

Talvez seja ainda mais difícil deixar de lado as nossas ambições pessoais. Em Lucas 9, as 5.000 pessoas tinham sido alimentadas e os discípulos decerto se sentiam parte dalguma coisa muito bem sucedida. Foi então que Jesus anunciou que o discipulado acarreta a negação de si mesmo (inclusive as próprias ambições pessoais), levando a cruz (o símbolo de situação humilde), e seguindo a Cristo.

Às vezes, naturalmente, Deus permite que o discípulo atinja uma posição de destaque, e freqüentemente este chega aos seus alvos pessoais. O discípulo, porém, deve estar disposto a abrir mão das suas ambições pessoais, ou a ter suas ambições transformadas ao ponto de se conformarem com aquilo que Cristo quer para as nossas vidas.

Muitas vezes ouvimos cristãos falando acerca dalguma coisa que desejavam ardentemente, e, quando dedicaram a sua vida ao Senhor, receberam exatamente o que não queriam. “Queria ser um negociante na Califórnia”, talvez digam, “eis-me aqui como missionário nas regiões remotas da África.” A implicação é que a dedicação a Cristo leva a alguma coisa inferior ao melhor.

Deus, porém, nunca dá menos do que o melhor para os Seus seguidores — embora talvez pensemos, de nossa perspectiva limitada, que recebemos coisa inferior. Deus sempre nos dá aquilo que é melhor para nós quando entregamos a Ele as nossas ambições pessoais.

Posses Pessoais

Em terceiro lugar, o discipulado talvez nos custe nossas posses. Riquezas, saúde, fama, bens materiais — nenhuma destas coisas está errada em si mesma, e freqüentemente Deus dá estas coisas em abundância, mas ficam sendo erradas quando são colocadas como finalidades principais da vida.

Recentemente, minha esposa e eu estávamos procurando uma casa nova para comprar. Era claro que tínhamos ficado grandes demais para o nosso lar antigo, e sentíamos a necessidade de mais espaço.

Certa tarde fizemos uma lista de tudo quanto queríamos: uma lareira, uma lava-roupa, sala de jantar separada, garagem embutida, etc. Citando um amigo nosso, estávamos procurando “uma casa tipo champanha com um orçamento tipo cerveja!”

Dentro em breve, começamos a perguntar porque queríamos uma casa melhor.

Será que estávamos sendo forçados por uma cultura que mede o sucesso pelo tamanho da casa ou pela marca e modelo do carro? Será que estávamos sendo arrebatados por um modo de pensar que mede o valor da pessoa pela abundância das suas posses? Nossa procura por uma outra casa nos fez lembrar que, na eternidade, o valor da pessoa não será medido por aquilo que ela tinha possuído na terra.

Todas as nossas posses, inclusive o nosso dinheiro, o nosso lar, nossos carros, nossos eletrodomésticos, vêm da mão de Deus. Todas pertencem a Deus, devem ser entregues a Deus, e devem ser usadas de maneiras que, em última análise, nos capacitem a sermos melhores discípulos de Jesus Cristo e melhores discipuladores doutras pessoas.

Um grande esforço para obter posses pessoais e a aderência a um estilo de vida secular pode impedir a nossa eficácia em obedecer à Grande Comissão de Cristo.

Sobre o autor

Wilson Lemos

Wilson Lemos

Meu nome e Wilson lemos,
sou evangelista formado em bacharel em teologia pelo instituto de teologia
SETAD.

Sou casado e tenho por missão ajudar você a crescer espiritualmente em conhecimento.

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